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Tuesday, 12 May 2009

fim de semana de sol



Uns dias na praia, com o mar ali bem perto. Uma senhora fazendo chapéus, em crochet, aproveitando o sol e pensando nalgum dinheiro que poderá fazer com a sua venda, no verão que aí vem. As reformas são curtas neste país de desigualdades cada vez mais gritantes.
Outro casal, andando com alguma dificuldade, lá se vão apoiando mutuamente, com carinho, ao longo do passeio nas arribas, com o mar lá embaixo.

Thursday, 16 April 2009

Wednesday, 18 March 2009

Uma praia...

Um Forte que nos remete para tempos passados,
Umas Ondas que nos sossegam ,
Um Areal que nos convida a divagar,
Uma Cor Azul que nos encanta,
Umas Conchas e Conchitas que nos chamam,
Um Sol que nos sossega,
Uma Praia do Oeste,
Um Recanto de Paz,
A minha casa.

mg,março2009

Friday, 29 August 2008

pista de carrinhos...

A primeira vez que o meu mimocas andou numa pista de carros... Foi em Peniche. Os olhos brilhavam de alegria.

Wednesday, 3 October 2007

caminhos de adolescente...

O meu príncipezinho junto sas rochas, com o Rochedo do Guincho atrás
A maré vazia deixa a descoberto as rochas no areal
a esplanada, nas rochas, onde o nascer e pôr do sol nos encantam pelas cores.
Praia de S. Pedro de Moel
Apesar da chuva e do nevoeiro que se foi sentindo, uma viagem à praia da minha adolescência. Estando diferente, permanece a mesma, ou melhor os cheiros, as cores, o verde dos pinheiros, o sol a esconder-se no mar despertam sensações já sentidas, renovadas e fortalecidas pelos caminhos já percorridos. As imagens transformando-se dia a dia, ano a ano, mantêm inalterável a beleza, a capacidade de encantar do mesmo modo que os seres humanos percorrendo caminhos imprevisíveis, experienciando vivências do mais diversas possíveis, mantêm a beleza e a fealdade das características de personalidade que albergam em si. Foi uma viagem ao passado, um reviver convívios de amigos, um recordar das horas de estudo para os exames de segunda época da faculdade , um mostrar ao meu príncipezinho a praia, as rochas, os pinheiros, em suma alguns dos caminhos encantados que guardo em mim.

Monday, 20 August 2007

Eu e o Mar

Marés vivas a 15 de Agosto na minha praia.

Há gente que precisa das coisas mais comezinhas para se sentir bem. Eu preciso do Mar.
O Mar emerge diante de mim como o infinito azul, vivo que acolhe todos os meus sonhos e desencantos, todas as minhas angústias e alegrias.
Passear na areia pisada pelas águas revoltas das ondas de espuma sem ninguém no areal imenso, em Agosto apinhado de homens, mulheres e crianças, é o melhor sedativo para uma alma angustiada, é o melhor revigorante para uma alma que ainda não desistiu de viver, embora por vezes, as suas águas de calmas pareçam convidar-nos a entrar nelas e a deixar-nos ir até lá ao longe que não vislumbramos mas imaginamos…
Se pudesse escolher o modo de partir definitivamente desta terra, acho que escolhia as águas do mar. Ainda tenho bem presente a cena do filme “As Horas” em que a Nicole Kidman avançava calmamente pelas águas do rio, serena, decidida por se recusar a viver a vida que queriam que vivesse. Aquela cena ficou bem guardadinha nos recônditos do meu eu, talvez pela minha auto identificação com aquela insatisfação.
Afinal água é fonte de vida, é fluir, é transformação permanente e a vida não é mais que um fluir de um estado a outro… A vida opõe-se à morte? Duvido. O mar traz-nos vida, alegria, paz, música, cor e ritmo mas quando revoltas, bravas, insatisfeitas as ondas inundam a costa, alagam as margens, arrastando consigo tudo quanto se encontra à sua frente. Talvez seja esse o fascínio do mar: a vida e a morte, a força bruta que não se deixa dominar, as cores do azul mais claro ao esverdeado, do branco da espuma ao cinzento escuro em dias de tempestade, sem nunca perder a beleza, mesmo quando transporta infelicidade para outros.
Mas não sabemos nós como a beleza é tantas vezes fatal?
(palavras escritas em Abril de 07)

Monday, 13 August 2007

Pôr do Sol

pôr do sol na minha praia no dia 4 de Agosto. com um café na esplanada, eram 20 horas e a natureza com as suas cores quentes, misteriosas, indefinidas sem limites bem delineados impôs a sua beleza, a sua profundidade. a máquina fotográfica estava no saco.


Assim Como


"Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento,
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade,
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada.
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono que temos, infância da doença.
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença. "



Alberto Caeiro

Palavras de Alberto Caeiro bem aninhadas em mim e que, de vez em quando, gosto de partilhar.

Sunday, 22 July 2007

Brincadeiras de crianças


Este fim de semana viajei para o mundo das crianças. Foi uma festa de aniversário em que cores, gritos, correrias, piscinas,baloiços e muitas gomas com bolos à mistura se confundiram ao longo de algumas horas.
Uma tarde de alegria ingénua, com uma "birra" pelo meio e sobretudo um cansaço nos adultos que nenhuma criança aparentava, dada a energia destes pequenitos!
Viajei até à minha infância ( e sim, também tive saudades!) mas acabei por apelar à criança que ainda vive em mim e brinquei com elas.
É gratificante vê-los brincar e revigorante tornarmo-nos uma dessas crianças !

Thursday, 19 July 2007

amor e cor



um dia de sol, um passeio na praia,
duas crianças lindas brincando.
um dia de amor.

Friday, 18 May 2007

Saturday, 21 April 2007

Thursday, 12 April 2007

na minha praia

gaivota em terra, tempestade no mar

mar bem vivo

dunas

Posted by Picasa