Imagens recolhidas aqui e ali... em viagens e na viagem da vida... Palavras alinhavadas ao sabor dos sentidos.
Tuesday, 4 September 2018
Um dia no Dino Parque
Wednesday, 15 August 2018
Praia,hoje...
O sol escondeu-se na neblina
Cinzenta,
O calor passeia-se na praia,
Estende-se pinhal adentro,
Finta a teimosia solar,
Permanece no areal.
Estendem-se corpos
Na areia colorida
Com fatos de banho
garridos,
Chapéus de sol
Riscados,
Bolas insufláveis,
Saltitantes
De crianças traquinas,
de todos os tamanhos,
Vigiadas pela preocupação
Materna...
As letras dos jornais
Passam nos dedos dos pais.
E a areia continua colorida,
E o sol continua escondido,
E o calor continua vivo..
E a neblina continua comigo
Na esplanada.
Monday, 13 August 2018
Férias em Agosto...
E agosto tem passado rápido. Depois de uns dias de calor intenso, mas agradável no meio do pinhal, o tempo de oeste regressou... neblinas matinais com ar fresco soprando, chegada do sol por volta do meio dia que nos acompanha até ao anoitecer, quando um casaquito mais quente é requisitado pelo corpo.
Tem sido sobretudo um tempo com amigos, que pouco permite actividades solitárias de escrita, de organização de fotos. Por outro lado, as palavras têm sido doces, as conversas como cerejas que se vão saboreando, sem contar , com recordações e projectos de viagens misturando-se num clima de amizade e desejos a cumprir, se o tempo e o dinheiro autorizarem.
As caminhadas pelas ruas bem conhecidas e cheias de passado , os cafés tomados nas esplanadas da praia e da vila, os livros trazidos, abertos e não acabados de ler, apesar das boas intenções, os almoços a desoras, porque , férias não conhece horários de qualquer espécie.ergas de gente sedentas de sol, com o Verão passando por aqui e por ali , mas não se quedando por muito tempo nestas bandas do pinhal.
Aguardemos por Setembro, por dias suaves, amenos . Até lá, continuam as férias.
Wednesday, 4 July 2018
Palavras, palavras ,palavras...
A mesma raiva que sentimos por nós próprios por não sermos capazes de usar as palavras certas nos momentos certos. A mesma raiva que sentimos por não termos compreendido os sinais que outros interpretavam com clareza. E a beleza que antes percepcionávamos tão colorida também se acinzentou. Então, novas emoções renascem, tomam forma, crescem e os tons cinzentos vão-se esbatendo, ganhando outros tons como se de um arco-íris se tratasse.
E as palavras amontoam-se... deixá-las amontoar... deixá-las livres, soltas, sem sentido... são palavras... hoje apetece-me escrever...