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Saturday, 20 September 2008

Budapeste 2

Monumento ao Rei Mathias na Praça dos Heróis em Budapeste
Peste, vista de Buda...


E Budapeste continua... uma cidade que encanta. Também a simpatia dos Húngaros e a sua hospitalidade. Apesar de sucessivos avisos sobre possíveis roubos, nada de suspeito se deparou no decorrer da estadia. Andámos de metro, a pé, "no problem" com excepção de o inglês não ser língua por ali muito falada. Duas ou três fotos mais ...

Wednesday, 17 September 2008

Em Viagem para Budapeste

Na estrada Viena - Budapeste, logo após a fronteira ...
O Lago Balaton, ao fundo, tirado do restaurante Oásis, onde a refeição foi un sucesso...
Peste, à noite, tirado do monte em Buda, mas sem tripé... esqueci-me de o levar...

Depois de Viena, Budapeste, passando pelo Lago Balaton, onde poderia ter ficado 2 ou 3 dias que não deixaria de me fazer bem à alma, tal a paz e beleza que repirávamos. Budapeste encantou - me. À noite, deslumbrou-me com toda aquela iluminação pelas cidade e pontes sobre o Danúbio mais nos recordando os contos de fadas que nos enfeitiçam quando crianças...

Saturday, 22 September 2007

El Djem



A miscelânia de culturas foi um dos aspectos que mais me impressionou. Algures, no meio de uma paisagem bem árida, eis que surge um Coliseu Romano. El Djem ali com a sua imponência, com a sua arena oval, rodeada por construções árabes e até uma mesquita. Voltei ao meu tempo de liceu, às aulas de História dadas pela prof. Arlette, que não nos permitia utilizar os manuais e a quem devo a facilidade com que capto o que os outros dizem e a caligrafia ilegível que me caracteriza.
Foram muitas as fotos tiradas e juntá-las-ei num pequeno dispositivo que colocarei aqui e se possível com música árabe. Muita gente considera a música árabe monótona. Eu gosto da sonoridade, da melodia apesar de não entender nada da letra. Mas afinal, a música por si só não é um dom com que nos presenteamos a nós mesmos? A musicalidade árabe junto de um coliseu romano bastante bem conservado transportou-me para um outro mundo, um mundo mágico onde as notícias repetitivas das desgraças do mundo não chegavam porque eu não as queria ouvir. Foi uma segunda decisão: pode ter sido egoísmo puro, mas não quis saber das misérias do mundo. Usufruir do prazer foi o lema durante a viagem.